Aqui no Piccolo Studio, a gente gosta de dizer que “elabora” jogos em vez de “criá-los”. Nosso logotipo apresenta uma agulha e um fio, simbolizando exatamente essa abordagem.
Em After Us, contamos a história de Gaia, uma pequena ninfa que explora o mundo externo pela primeira vez. O universo é uma versão surrealista da Terra em um futuro bem distante, depois que os humanos extinguiram toda a vida nela. É um mundo estranho e onírico, mas que acaba sendo cativante, em que objetos do dia a dia flutuam, sendo alguns pequenos e outros gigantes, e uma camada perigosa de óleo afeta a terra.

Esta aventura em terceira pessoa mistura plataformas, quebra-cabeças e combate de uma forma nada convencional. O mundo é rico, dividido em dez biomas diferentes. “Algumas partes do jogo focam mais em quebra-cabeças, algumas na exploração, outras no combate e a gente sempre muda as áreas de navegação para evitar monotonia”, diz o codiretor de jogo, Jordi Ministral.
Uma abordagem orgânica em um jogo de plataforma
Investimos bastante tempo criando experiências singulares. Como fazemos isso? Começamos com uma visão, uma ideia geral de como queremos que os jogadores se sintam. Depois, pegamos as regras de um gênero específico e as modificamos. De forma geral, After Us é um jogo de plataforma 3D. No entanto, queríamos ter recursos que normalmente não são usados ao desenvolver um jogo neste gênero: uma câmera que fica longe da protagonista, um mundo lindo, cheio de materiais espalhados artisticamente e a falta de métricas estritas. É um pesadelo para designers, não é? Mas encontramos soluções que funcionaram muito bem para criar a experiência orgânica em que pensamos.

Além disso, os movimentos de Gaia são simples de fazer. Eles podem ser combinados sem nenhum esforço, fluindo de forma bem agradável. Ela navega em velocidades bem rápidas (aproximadamente 70 km/h), então o mundo acabou ficando bem grande! “Os jogadores passam tão rápido pel
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