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Borderlands 3: já jogamos! Confira as primeiras impressões, direto da E3 2019

Gritos, cores fortes, explosões, ação frenética, personagens bizarros e muitos itens na tela. Borderlands 3 agrega tudo que os anteriores já apresentavam de forma competente e parece ir além.

Experimentamos um pouco da ação para um jogador de Borderlands 3 durante a E3 2019, diretamente do palco do teatro onde foi realizada a conferência da Microsoft, logo após a apresentação do domingo passado. O que estava disponível para teste era um mapa relativamente curto, mas com um chefe no final que deu bastante trabalho.

No geral, não senti muita diferença entre o terceiro jogo da franquia e os demais já lançados. Claro, muito mais bonito, mas no que tange a mecânicas de jogo, basicamente a mesma coisa, um tiroteio com nuances de RPG (aquela famosa “esponja de bala” já esperada).

Acho que o que mais atrai os jogadores para o universo de Borderlands é todo esse lance pós apocalíptico unido a personagens bastante estilizados e com características bem diferentes. No caso da demonstração, apenas Zane estava disponível. Ele parece ser o mais “normal” dos quatro personagens que estarão disponíveis para jogarmos.

O terceiro jogo conta com um sistema atualizado de árvore de habilidades. Agora podemos escolher a evolução do personagem separada em três diferentes estilos: Sentinel, Digi-Clone e Barrier.

O primeiro dele, de ação mais tradicional, foca em habilidades que favorecem metralhadoras e ação propriamente dita. O Digi-Clone é focado em bugigangas especiais que enganam ou distraem os adversários, e o Barrier é completamente voltado para a defesa.

O jogador pode escolher qualquer um dos três estilos para jogar, mas podemos usá-los apenas um de cada vez. É possível criar mais de um set de equipamentos e habilidades, deixando-o salvo para acelerar a escolha na hora do jogo, e a troca é liberada a qualquer momento do game.

Todo o sistema de equipamentos encontrados pelo mapa continua muito parecido com os jogos anteriores. Às vezes encontramos a mesma arma, mas com atributos completamente diferentes, o que é uma constante na franquia, mas ao mesmo tempo parece ser um pouco demais para jogadores iniciantes. É muito texto, muita coisa para aprender e ficar de olho antes de trocar de equipamento, e muitas vezes essas trocas de equipamentos acontecem durante o tiroteio, não dá para ficar de bobeira.

No final da fase, um dos chefes do jogo, um cara que parecia viver numa rave particular 100% do tempo. Enfrentá-lo se provou uma atividade bastante cansativa, porque ao mesmo tempo que eu precisava diminuir a sua vida, quando certos limites eram alcançados, uma nova onda de inimigos aparecia para atrapalhar a luta. Essas ondas de inimigos são constantes e fazem parte das etapas para a eliminação do chefe. Mesmo parecendo um jogo de tiro tradicional, ele sempre faz questão de jogar na nossa cara que na verdade ele é um RPG disfarçado.

Borderlands 3 é um dos grandes destaques da E3 2019 deste ano e não deve desapontar nenhum dos fãs da franquia.


Fonte: Jovem Nerd