O clássico Doom (1993) agora conta com uma modificação que inclui suporte ao DLSS 5 e renderização neural, desenvolvida por Nikolai Zhivotenko. Essa alteração não só moderniza graficamente o jogo, mas também demonstra como motores gráficos com décadas de história podem ser adaptados a tecnologias atuais.
Detalhes da Modificação
Este projeto funciona como uma prova de conceito, evidenciando o potencial dos motores gráficos antigos. Ele adiciona suporte a várias tecnologias de upscaling e reconstrução de imagem, incluindo DLSS Ray Reconstruction, DLSS 4.5, Anime4K e AMD FSR 2.2.
Como Funciona
Diferente da simples injeção do DLSS nas versões originais do jogo, a modificação utiliza um port customizado para Windows x64, baseado no código de Doom 1.10 para Linux. Veja algumas das características principais do funcionamento:
- Injeção de Dados Modernos: Mesmo mantendo a resolução original de 320×200, a nova engine gera dados importantes, como profundidade e vetores de movimento.
- Caminho do DLSS 5: Para habilitar o DLSS 5 Neural Rendering, é necessário seguir o fluxo do DLSS 4.5 e usar o utilitário DLSS 5 Swapper.
- Vários Modos Suportados: O port oferece opções como escalonamento Pixel Art, DLSS Ray Reconstruction e outras soluções de upscaling.
Prova de Conceito e Código Aberto
Embora a mistura entre renderização por inteligência artificial e gráficos pixelados não produza resultados perfeitos, este projeto representa uma demonstração técnica de que até motores gráficos antigos podem ser integrados com inteligência moderna, desde que sejam adaptados adequadamente. O código-fonte da modificação está disponível publicamente no GitHub.
Crédito da imagem: divulgação/reprodução
