A Samsung está comemorando os dez anos da sua família de smartphones de ponta com o lançamento da linha Galaxy S10. Para isso, a empresa foi além de simplesmente mexer no design e atualizar as especificações internas para a nova geração, incluindo algumas funções muito legais nas novidades.
No entanto, será que isso é suficiente para fazer valer a pena encarar o preço típico de um aparelho super premium quando ele chegar oficialmente aqui no Brasil? Agora que conseguimos passar uma semana com o S10+, vamos passar todos os detalhes sobre ele para que vocês possam decidir melhor.
Visual diferenciado
A tela é ponto em que a mudança no visual da família é mais fácil de perceber. Isso acontece por causa do conceito de Display Infinito-O, que deixa as bordas acima e abaixo ainda mais finas, colocando as câmeras frontais no recorte em forma de buraco no canto de cima.
Há quem não curta os sensores ali, mas para mim, que já não ligava muito para os notchs retangulares mais comuns, esse detalhe não incomoda mesmo durante vídeos ou no uso de apps em tela cheia. Gosto é gosto e cada um tem o seu, mas vendo o aparelho de perto com a tela ligada, eu o achei muito bonito.

Toda a família S10 da Samsung tem opções nas cores preto, azul, verde ou branco – que foi a que nós recebemos e tem um acabamento azulado que achei muito bonito e disfarça as marcas dos dedos. Além disso, o S10e é o único dos três a contar com uma variante em amarelo. Já o S10+ vem com opções com a traseira feita de cerâmica nas cores preto ou branco, mas isso é exclusividade nos modelos com 512 GB ou 1 TB.
Independentemente da cor, as dimensões dos aparelhos não mudaram muito de uma geração para cá, mas os modelos de vidro estão mais leves que os antecessores diretos. No caso do S10+, ele continua sendo um pouco menor que o Note 9 e tem uma pegada boa, mas ainda deve ser um pouco grande demais para quem tiver mãos pequenas. Opções mais compactas são o S10, que tem um tamanho próximo ao do S9, ou o S10e, que é ainda menor.
Nova proteção
O vidro om bordas curvas na frente do S10+ é protegido com a tecnologia Gorilla Glass 6, o que oferece mais proteção contra riscos e danos. O mesmo vale para o S10, mas o S10e ainda traz a geração anterior da Corning aqui. As laterais são feitas de alumínio série 7 mil e continuam abrigando botão de energia do lado direito, teclas de volume e da Bixby no esquerdo e a saída de som e os conectores para fones de ouvido e USB-C na parte de baixo.

Já o vidro curvo da traseira tem a proteção do Gorilla Glass 5, com as câmeras na horizontal. O conjunto continua tendo certificação IP68 de resistência contra água e poeira. Ainda assim, mesmo com isso tudo, vidro sempre vai ser vidro, então por via das dúvidas eu usaria uma capinha se fosse você.
Evolução do que já era ótimo
O painel tem 6,4 polegadas na proporção de 19:9, resolução máxima Quad HD+ e vem com a tecnologia de AMOLED Dinâmico, que é uma evolução do já excelente Super AMOLED da Samsung. Esse novo padrão consegue reproduzir imagens realmente muito boas, com grande riqueza de detalhes, cores precisas e vivas e tons de preto profundos.
A tecnologia é compatível com HDR 10+, que permite usar uma contagem de bits superior em conteúdos compatíveis para aprofundar e fazer o mapeamento dinâmico das cores exibidas. Traduzindo a salada de termos técnicos, isso quer dizer que vídeos com suporte vão ficar ainda mais bonitos, com tonalidades e detalhes mais ricos mesmo em situações de contraste difícil. Conteúdo compatível com esse padrão já está disponível em serviços como o Amazon Prime, e as três versões do Galaxy S10 conseguem fazer gravações com essa opção.

Ainda sobre a tela, vale falar que, segundo a Samsung, ela consegue manter o brilho com uma intensidade média de oitocentos nits e chega a picos de mil e duzentos nits. Na prática, isso quer dizer que dá para usá-lo sem sofrimento ao ar livre mesmo em dias claros.
Competência e versatilidade para fotos
Todos os modelos da família S10 trazem novidades nas câmeras, mas o S10+ é o que tem o pacote mais completo, com um total de 5 lentes. São três sensores na traseira, sendo o principal com 12 MP, autofoco dual-pixel, estabilização ótica e abertura variável entre f/1.5 e f/2.4 mudando automaticamente para deixar entrar menos ou mais luz de acordo com a necessidade. O segundo sensor tem 12 MP, abertura de f/2.4 e também conta com estabilização ótica, mas a lente é telephoto, permitindo zoom ótico de duas vezes para capturas distantes e macros. Já o terceiro tem 16 MP, abertura de f/2.2 e vem com uma lente ultrawide de 123º.
De dia, os três sensores fazem fotos simplesmente excelentes, ricas em detalhes e com cores vivas. Mesmo com um ângulo de visão tão grande, a lente ultrawide disfarça bem as distorções nos cantos das imagens a maior parte do tempo, exceto quando elementos muito retos acabam caindo ali.
A telephoto também faz um bom trabalho de longe se você tomar cuidado com o foco, mas ela brilha mesmo é na hora de capturar detalhes em macro. Já de noite, a lente principal mantém os resultados ótimos, e tanto a ultrawide quanto a telephoto ainda conseguem produzir imagens detalhadas, com cores boas e clareza, mas já mostram um pouco de ruído.
Selfies excelentes de dia, mas decepcionantes no escuro
As duas câmeras restantes ficam na frente, sendo um sensor principal de 10 MP com abertura de f/1.9 e autofoco dual-pixel, e o secundário de 8 MP e abertura de f/2.2 – que serve para ajudar na detecção de profundidade. As selfies diurnas também saem ótimas, e você pode apertar um botão aqui se quiser fazer suas fotos com um ângulo um pouco mais aberto para caber mais gente.
Em ambientes com iluminação mediana, já é possível perceber um pouco de ruído. No escuro, o resultado natural é a produção de fotos com bastante ruído e foco nem sempre preciso. As capturas podem ficar bem melhores usando a tela como flash, mas você ainda precisa tomar cuidado com o foco e o fundo vai continuar com ruído, o que é decepcionante para um aparelho desse nível.
Software fotográfico mais inteligente
O foco dinâmico foi melhorado e, além de ajustar o desfoque dos retratos, agora permite adicionar efeitos de zoom e distorção, ou deixar todo o plano de fundo em preto e branco. Com as câmeras frontais duplas do S10+, isso funciona tanto nas selfies quanto nas fotos dos sensores traseiros, produzindo resultados bons em geral.
A otimização de cenas de cenas foi melhorada e agora tem 30 categorias, ajustando as configurações de formas diferentes quando cada contexto. As sugestões de fotografia são uma novidade que ajuda a posicionar a câmera para conseguir o melhor enquadramento e bate a foto automaticamente quando estiver no lugar certo. A detecção de falhas, que já vimos no Note 9, avisa quando alguém tiver piscado ou se a foto sair borrada.

Os My Emojis também foram modificados para ficar mais realistas e agora conseguem reproduzir gestos como mostrar a língua e acenar com as mãos, mas o rastreamento deles continua longe do ideal. As opções de customização deles melhoraram e a Samsung prometeu que você vai poder baixar mais roupas, estilos e acessórios, mas como nós recebemos o aparelho antes do lançamento, ainda não havia muitas opções disponíveis.
Vídeos ótimos
Na hora dos vídeos, o S10+ consegue gravar em 4K a 60 quadros por segundo na traseira e consegue fazer gravações no padrão HDR 10+, que expliquei mais acima. Nos sensores frontais, a qualidade máxima é 4K a 30 fps na frontal, o que também é uma boa melhoria.
A estabilização ótica nos sensores de trás já faz um ótimo trabalho por conta própria, mas você pode ativar uma função de estabilização eletrônica adicional para conseguir gravações mais suaves ainda, e o resultado é realmente muito bom. Por fim, os Galaxys S10 continuam tendo câmera lenta em Full HD a 240 quadros por segundo, super slow motion em HD a 960 fps e timelapses muito competentes e estáveis.

Memória de sobra e desempenho ótimo
No hardware, o S10+ vem para o Brasil com o novo processador de ponta da Samsung, o Exynos 9820. Nos Estados Unidos, China e outros mercados selecionados, ele chega com o Snapdragon 855, mas nada disso para o resto do mundo. A versão “básica” vem com 8 GB de RAM e 128 GB de espaço interno, enquanto as de cerâmica têm 8 GB de RAM e 512 GB de armazenamento ou impressionantes 12 GB de RAM e 1 TB para salvar apps, fotos, vídeos e o que você quiser. Todas podem ser expandidas em até 512 GB via micro SD.
Sabemos que a reclamação de que o desempenho do Exynos nos benchmarks é inferior ao do chip da Qualcomm é válida. Também sempre fico feliz quando a versão mais poderosa é a que vem para o território tupiniquim e é triste que esse não seja o caso aqui. Ainda assim, sendo muito sincero, ao usar o modelo aqui que recebemos, que vem com o Exynos e a configuração mais básica de memórias, não senti falta do Snapdragon.

O S10+ que testei teve um desempenho sempre muito rápido e fluido, mesmo quando forcei repetidamente a rotação rápida entre redes sociais, apps pesados e câmera. Games exigentes rodaram de forma lisa mesmo nas configurações máximas, sem qualquer queda de desempenho, engasgo ou travamento. Absolutamente nada a reclamar por aqui, o que é o esperado para um top de linha.
Benchmarks
Para ver como o Galaxy S10+ se sai em comparação com seus principais concorrentes, o aparelho foi submetido a três aplicativos de benchmark. Os testes utilizados foram o AnTuTu Benchmark 7.0, 3DMark (Slingshot Extreme) e PCMark.

O app AnTuTu 7.0 permite testar interface, CPU, GPU e memória RAM dos dispositivos. Os resultados são fornecidos individualmente e somados para gerar uma pontuação total. E aqui também vale a máxima para os pontos: quanto mais, melhor.

O 3D Mark oferece uma série de testes para benchmark de smartphones. Entre eles, o Slingshot Extreme permite comparar diretamente entre processadores e GPUs em conteúdos acima do Full HD. A resolução do display é um fator que pode afetar o resultado. Quanto maior a pontuação, melhor o desempenho.

O PCMark mensura o desempenho do celular durante tarefas comuns de produtividade, como navegação na web, edição de vídeos e fotos e trabalho com documentos e dados em geral. Assim como nos outros casos, totais de pontuação maiores significam resultados melhores.
Conexões mais rápidas e games melhorados
O Galaxy S10+ oferece suporte a redes 4G de até 2 Gbps e vem com a tecnologia WiFi 6, que segundo a Samsung permite se conectar a uma rede nova em 40% menos tempo e manter velocidades 20% maiores. Na prática, isso quer dizer internet mais rápida se você tiver acesso a redes boas o suficiente.
Os membros da família agora vêm com otimizações na Unity Engine para melhorar o desempenho de games que usem esse motor gráfico. Eles também permitem que a tecnologia Dolby Atmos funcione em jogos compatíveis para melhorar o som. Uma exclusividade do modelo Plus na família é inclusão de uma câmara de resfriamento a vapor, que ajuda a controlar a temperatura durante usos mais intensos.

Android Pie diferente, mas “igual”
O software de fábrica é o Android Pie, modificado pela nova interface OneUI da Samsung – que também chegou ao Galaxy S9. O básico da experiência de uso continua parecido com o que já conhecíamos do sistema do robozinho verde, então quem já teve contato com algum Android recente não deve se sentir perdido. Ainda assim, há algumas novidades.
Agora os apps e menus de sistema contam com um modo noturno, que escurece toda a interface. Com as telas maiores, a Samsung resolveu reformular seu menus e aplicativos nativos para facilitar o alcance dos dedos, deixando os elementos puramente visuais no terço superior da tela e concentrando os interativos mais pra baixo. Uma pena que as empresas responsáveis pelos apps mais populares não entraram na onda, porque neles você ainda tem que usar a outra mão.

Novidades na Bixby
Uma novidade nos Galaxys que já vimos com outros nomes em alguns rivais são as Rotinas Bixby, que permitem automatizar algumas configurações dependendo da hora do dia, do lugar onde você está ou da atividade que estiver executando. Assim, você economiza tempo não tendo que fazer tudo manualmente todas as vezes.
Teoricamente, depois de alguns dias de uso essa função também detecta rotinas frequentes do usuário que não foram programadas e pergunta se você quer automatizar esse processo, mas na semana que passei com o aparelho isso não aconteceu. Provavelmente precisaria de mais tempo, então se você está lendo esse vídeo no futuro e viu a sugestão em ação, tire as dúvidas da galera nos comentários, que eu agradeço bastante.

Já que estou tratando da Bixby, vale mencionar que o sistema de comandos de voz da assistente, o Bixby Voice, recebeu suporte a mais idiomas além de inglês, coreano e chinês. Agora ela fala e entende alemão, espanhol, italiano e francês. Nada de português por enquanto, mas a Samsung confirmou que continua trabalhando nisso e, quando a assistente estiver pronta para o idioma, todos os aparelhos compatíveis com o Voice serão atualizados.
Botão remapeável, modo DeX e Adobe Premiere Rush
Mostrando que a Samsung ouviu as críticas feitas ao fato do botão Bixby não poder ser remapeado nos aparelhos anteriores, agora essa possibilidade existe nos S10. Você ainda tem que escolher se quer ativar a assistente apertando a tecla só uma vez ou duas em sequência e isso não pode ser desativado, mas agora dá escolher deixar a outra opção como um atalho para abrir um app que preferir ou para executar um comando rápido da Bixby, que muda várias configurações do aparelho na hora sem você ter que dar comandos individuais.

O modo Dex também está presente aqui para quem quiser usar o celular como um desktop para ser mais produtivo, só que o adaptador necessário para ligar um cabo HDMI do monitor à entrada USB-C do celular continua não sendo incluso na caixa. Quem quiser aproveitar o recurso ainda terá que adquirir essa peça separadamente.
Antes que alguém pergunte, os Galaxy S10 vão receber uma versão do Adobe Premiere Rush, que teoricamente vai facilitar a edição de vídeos de forma mais profissional direto no smartphone. Essa novidade foi anunciada junto com os celulares, com presença dos brasileiros Leon e Nilce do canal Coisa de Nerd lá no palco em San Francisco, mas a data em que o programa vai chegar de fato ainda não foi revelada. Dessa forma, não pude testar o software para o review.
Bateria boa e energia compartilhável sem fios
Com o aumento nas telas, baterias maiores são praticamente um requisito, e o S10+ entrega isso na forma de reservas de 4.100 mAh. Com essa capacidade, o aparelho consegue tranquilamente chegar ao final do dia sem precisar de recarga em situações de uso misto, com algumas fotos, pouco tempo de jogatina, uma horinha de redes sociais e mensageiros à vontade.
Já no caso de utilização mais intensiva, com várias horas de games pesados, aí ele acaba necessitando de uma recarga no fim da tarde. Com o carregador incluso na caixa, o S10+ precisou de 1 hora e 50 minutos para ir de zero a 100%, mas 45% do total tinha sido preenchido na meia hora inicial.

Todos os membros da família S10 continuam sendo compatíveis com recarga rápida wireless se você tiver uma base compatível com o padrão Qi, mas uma novidade muito legal é que eles agora podem ser usados como se fossem una base para transferir energia sem fios para outros aparelhos compatíveis. Isso inclui fones de ouvido, relógios e smartphones, mesmo que sejam de outras marcas.
O nome da função é Wireless PowerShare, e para usar basta ativá-la nos atalhos da bandeja do sistema, virar o S10 com a tela para baixo e colocar o aparelho que você quiser recarregar em cima, bem no meio. Se quiser, pode usar essa função com o Galaxy ligado na tomada para recarregar a ele e ao dispositivo com que estiver em contato ao mesmo tempo.

Extras
No áudio, o S10+ continua tendo alto-falantes estéreo, sendo um na frente e outro para baixo. Eles têm volume forte e sem distorções perceptíveis. Os fones de ouvido intrauriculares de ótima qualidade da AKG continuam inclusos na caixa, e com o plug P2 você ainda pode usar qualquer outro acessório sonoro que preferir.
Uma mudança no design que deixei para mencionar agora foi a remoção do sensor de digitais da traseira, que no S10 e no S10+ foi movido para ficar embaixo da tela – entre os novos Galaxy, somente o S10e continua usando um sensor biométrico capacitivo, movido para a lateral. Enquanto a maioria dos rivais que fez algo parecido adotou os sensores óticos, que usam luz para reconhecer os padrões nos seus dedos em duas dimensões, a Samsung investiu em um sistema ultrassônico, que faz um mapeamento 3D para identificar as suas digitais

Segundo a fabricante, a tecnologia ultrassônica é mais segura e difícil de enganar mesmo com modelos tridimensionais dos seus dedos. Na hora de usar, é só tocar na tela ou apertar o botão de energia para o aparelho acordar, e aí encostar na marca para desbloquear.
O processo é rápido e funciona bem, mas no começo foi um pouco irritante porque demorei para me acostumar a encostar no lugar certo sem apertar o dedo demais ou desencostar muito rápido, aí ele acabava falhando e me forçava a desbloquear desenhando o padrão. Depois de cerca dois dias, eu peguei a manha e o desbloqueio passou a funcionar quase sempre de primeira, mesmo quando minha mão está molhada.
Vale a pena?
Lá nos Estados Unidos, o preço de lançamento do Galaxy S10+ é US$ 1 mil pela versão com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, US$ 1,25 mil pelo de 512 GB e US$ 1,6 mil pela variante com 12 GB de RAM e 1 TB de espaço interno. Ainda não sabemos qual será o preço oficial que o S10+ terá no Brasil, mas considerando os valores de concorrentes como os top de linha atuais da Apple e os próprios preços recentes dos intermediários premium da Samsung por aqui, não será algo acessível para a grande maioria de nós.
Como o Galaxy A9 chegou aqui custando R$ 3,2 mil e o Note 9 foi lançado custando a partir de R$ 5,5 mil, certamente o S10+ não vai sair por menos do que isso – ou seja, vai ser bastante caro. Exatamente quão caro é algo que só saberemos no dia 12 de março, quando a Samsung revelará os preços oficiais e a data de chegada deles ao nosso país.

Por mais que o Galaxy S10+ seja sim um excelente smartphone e esteja entre os melhores que testei até hoje, não há dúvidas de que ele não vale a pena para quem se preocupa pelo menos um pouco com a relação de custo e benefício. Considerando produtos de marcas chinesas como OnePlus ou Xiaomi – ou mesmo outras rivais disponíveis por aqui –, certamente não faltam opções que chegam bastante perto, mas custam muito, muito menos. Já se você quiser um celular Android de ponta de 2019 e for daqueles para quem dinheiro realmente não é um problema, aí o novo top de linha da coreana o fará muito feliz.
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E aí, o que você achou do Galaxy S10+? Mande a sua opinião e qualquer dúvida que tiver sobrado nos comentários, que eu respondo assim que puder, ou fale comigo pelo perfil @Leobrjor no Instagram ou no Twitter.
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Fonte: Tecmundo
